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biografia

Hilda Maria

é cantora e compositora, nascida em Santos (SP). Com formação que percorre do erudito ao popular, iniciada ainda na infância, ao longo de 26 anos de carreira desenvolve seu trabalho nas raízes da música popular brasileira - bem evidente em seus discos, Feita de Rendas (2016), Canções que não têm fim (2023) e Choro Cantante (2025). No teatro, compôs trilhas para espetáculos do Núcleo Caboclinhas. Hilda Maria é também integrante da Orquestra Mundana Refugi e do Conjunto João Rubinato.

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Estudou canto no Conservatório Souza Lima com Selma Buso e aprofundou seus estudos em canto erudito com o baixo Jeller Fillipe. Em 2008 ingressou na FAAM no curso de Licenciatura Plena em Música.

Ao longo de 25 anos de carreira, sempre pesquisou a obra de compositores e intérpretes da MPB. Em 2014 destaca-se no Festival de Paranapiacaba com o show "Caymmi Centenário", ao lado do Combo Brasileiro de Paulo Serau. Em 2015 começa a pesquisar o choro canção, criando o show "Homenagem à Ademilde Fonseca” no qual interpreta o disco “Ademilde Fonseca (1975)”; em 2016 lança seu primeiro disco, “Feita de Rendas”. No ano de 2017 entra para o grupo João de Barro, circulando em shows pelo interior e na capital; de 2017 a 2019 circula com "Choro Cantado”.

Em 2018, ao lado de Paulo Serau e Luciano Ruas estréia o show “De Gonzagão a Dominguinhos”,  trazendo uma releitura camerística da obra dos grandes mestres nordestinos. Em 2019 estréia, com a direção musical de Paulo Serau, o show

“A voz do Brasil - Carlinhos Vergueiro, um cronista brasileiro”. No mesmo ano passa a fazer parte do Conjunto João Rubinato, grupo que trabalha a obra musical e radio cênica de Adoniran Barbosa.

Em 2020 e 2021 durante a pandemia, lança os singles "Cafuné" e "Ouça" apresenta shows online gratuitos como “História de Pescadores, “Daqui de casa”,“Gafieira para Dominguinhos” e participa do “Festival Transforma” do Instituto Anelo (Campinas). Em 2022 circula pelo interior de SP no Circuito Sesc SP com o show “Rodinha da Ivone”, junto ao Núcleo Caboclinhas. No mesmo ano é convidada a integrar a Orquestra Mundana Refugi, grupo dirigido por Carlinhos Antunes que reúne musicistas de diversas partes do mundo. Em 2023, lança seu segundo disco, “Canções que não têm fim vol.1 e 2", cantando a obra de Carlinhos Vergueiro; no mesmo ano, mergulhando mais no universo do choro, cria o grupo “Hilda Maria no Choro”. Ainda em 2023, a convite do violonista Gustavo de Medeiros estréia o show em duo

"Violão Vadio - o samba de Baden Powell".

Em 2024 teve seu projeto “Canto hoje o choro presente" agraciado em primeiro lugar no ProAC/24, produzindo um disco, um video libras, livros de partituras e shows de lançamento. No ano de 2025  participa do disco de Carlinhos Antunes “Por mar ser outro foi”; lança um novo single, "Aos 45 do segundo tempo”, e na sequência, o seu terceiro disco, "Choro Cantante", dedicado integralmente ao choro canção, com composições suas em parceria com chorões e choronas de sua geração.

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